Por acaso não me lembro se o Douto Juiz esteve envolvido na coisa :)
Não há muito mais para contar. A cena do 407 na camarata a dar-nos um sermão sobre a honra do menino-da-luz é que ficou na memória. Não tanto por ele (era até um 'gajo porreiro', com aquela estória da aliança...) mas pelo que disse ali em relação à responsabilidade dos actos e pelo que depois se verificou: quem se lixou foram só os mexilhõezinhos.
E depois tudo acabou em águas de bacalhau. A repreensão era necessária para salvar a face de um inquérito idiota que só conseguiu descobrir culpados de palmo e meio (além das alarvidades que lá estavam escritas e que agora não me lembro, mas que me fizeram suar para explicar que não tinha sido bem assim).
/LB
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Posted by Anonymous to Memórias do Baú LXXIII - O "Cadastro" (Parte III) at 12/06/2006 05:48:46 PM