João Gonçalves deixou um novo comentário na sua mensagem "Reforma dos EME: Sexo Consentido vs Violação":
"Um conjunto de figuras de peso na sociedade, que foram signatários da carta ao Presidente da República, bem como diversos comentadores que se manifestaram a favor do diálogo e do bom-senso, foram violados porque as suas opiniões foram simplesmente ignoradas. Foi como se nunca tivessem sido proferidas."
Caro Pedro Chagas, tenha calma. Então agora quando uma pessoa ou conjunto de pessoas dá uma opinião e quem tem de tomar decisões toma uma decisão que não vai ao encontro dessa opinião, isso significa que "ignora"? Que "viola"?
A mim não me parece que o governo esteja a "matar" os EME, mas talvez, que esteja a salvar este tipo de ensino, porque o Estado está falido. FALIDO, o que será que é tão difícil de perceber nesta palavra? Cortam-se ordenados e pensões, aumentam-se brutalmente os impostos, despedem-se milhares de pessoas, fecham-se inúmeras instituições, cancelam-se e interrompem-se a meio obras públicas, reduzem-se as Forças Armadas e as Forças de Segurança, fecham-se hospitais e centros de saúde, etc, etc, etc. Neste quadro será aceitável para o cidadão comum continuar a subsidiar os EME com os seus impostos? Porque é disso essencialmente que se trata, mas disso poucos querem falar.
João Gonçalves
Publicada por João Gonçalves em Colégio Militar 1977/85 a 21/9/13 09:17
"Um conjunto de figuras de peso na sociedade, que foram signatários da carta ao Presidente da República, bem como diversos comentadores que se manifestaram a favor do diálogo e do bom-senso, foram violados porque as suas opiniões foram simplesmente ignoradas. Foi como se nunca tivessem sido proferidas."
Caro Pedro Chagas, tenha calma. Então agora quando uma pessoa ou conjunto de pessoas dá uma opinião e quem tem de tomar decisões toma uma decisão que não vai ao encontro dessa opinião, isso significa que "ignora"? Que "viola"?
A mim não me parece que o governo esteja a "matar" os EME, mas talvez, que esteja a salvar este tipo de ensino, porque o Estado está falido. FALIDO, o que será que é tão difícil de perceber nesta palavra? Cortam-se ordenados e pensões, aumentam-se brutalmente os impostos, despedem-se milhares de pessoas, fecham-se inúmeras instituições, cancelam-se e interrompem-se a meio obras públicas, reduzem-se as Forças Armadas e as Forças de Segurança, fecham-se hospitais e centros de saúde, etc, etc, etc. Neste quadro será aceitável para o cidadão comum continuar a subsidiar os EME com os seus impostos? Porque é disso essencialmente que se trata, mas disso poucos querem falar.
João Gonçalves
Publicada por João Gonçalves em Colégio Militar 1977/85 a 21/9/13 09:17